O problema é que o valor era descontado nos contracheques, mas não chegava à instituição financeira. Com isso, os servidores com empréstimos foram parar no SPC.
O Ministério Público estadual foi acionado para investigar onde foram parar R$ 500 mil. Dezenas de empregados tiveram os nomes incluídos no Serviço de Proteção ao Crédito. A prefeitura terá que pagar o débito até a próxima semana.
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