sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A SECA E A FOME EM CAIÇARA DO RIO DO VENTO.


O CONTRASTE ENTRE QUEM POSSUI E QUEM NÃO POSSUI...

No período de seca, as desigualdades sociais se afloram ainda mais no sertão nordestino. Isso não é diferente no Municipio de Caiçara do Rio do Vento.


Um municípios da região do semiárido que esta numa situação critica. A estiagem já dura  meses. A seca tem levado fome a pessoas e animais.  A maioria das famílias, em torno de  duzentas na Zona Rural, vivem da renda da agricultura e pecuaria.



Mas a falta da água não atinge somente o alto sertão. Na serra o racionamento de água foi imposto pela Prefeitura a muito tempo, com a Politicagem, apenas algusn tem direito a tão sonhada Agua. A população da Zona Rural sofre com o rodízio de água: num calor de 40 graus, a água só chega 1 vez por mês.









De quem é a culpa?


Prefeituras, governo estadual e federal, numa só voz, acusam São Pedro pela situação. A falta da chuva é a grande culpada pela seca no sertão e pelo rodízio de água no Municipio. Mas essa é uma desculpa que não pode ser usada eternamente.



No sertão nordestino, encontramos os argumentos que desmentem a desculpa utilizada pelos governantes. Existem comunidades muito proximas de Poços Artezianos que não têm água para o consumo humano. Em contrapartida, grandes latifúndios possuem modernas irrigações para o cultivo de Cultura frutiferas. Uma cerca pode separar aqueles que não têm água para beber e para garantir sua sobrevivência daqueles que possuem água abundante para garantir o lucro e manter a estrutura oligárquica predominante na região há anos.



Em Caiçara do Rio do Vento, a política do governo Municipal é enviar carradas de água mensais para seus eleitores  em situação critica, ou não.Enquanto isso, Familias inteiras sofrem com a falta de agua por não ser do sistema Politico atual.
. A água é somente para o consumo humano. Porém a maioria das famílias vive do plantio agrícola e da criação de animais. Se seus animais morrem não tem como garantir o alimento da família. Essa é situação imposta ao sertanejo: matar sua sede ou matar a sede de seus animais para garantir sua alimentação.






Investimento público para garantir a vida do sertanejo


É preciso mudar a política imposta na região pelo governo federal e seus parceiros. O governo Dilma deveria ser rápido para garantir a vida do nordestino da mesma maneira como é rápido em destinar milhões para salvar os banqueiros.



A prioridade do governo Dilma tem de ser invertida. O projeto de transposição do Velho Chico deve ser cancelado ou a morte do rio e do sertanejo será certa. Existem meios técnicos e científicos que podem garantir melhores formas de subsistência ao sertanejo. Seria possível acabar com a fome e a seca. Porém não é esta a intenção daqueles que tiram proveito da situação vigente.



A seca e a fome do nordestino favorecem a velha oligarquia e os governantes que fazem dessa situação um curral eleitoral, implantando políticas paliativas como o Bolsa Família. O mais interessante é o que o PMDB, onde governa, está aliado a esse setor oligárquico. Quem governa junto com a velha oligarquia, com certeza, não acabará com a fome e a seca de nosso povo.

3 comentários:

  1. en relaçao a esta casa timotinho ja morrou nual casa dessa

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  2. a respeito da seca papai do ceu esta providenciando p/ todos de caiçara ir jair nova cruz

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  3. Paciência conterrânios! no tempo de "DEUS"; a chuva chegará, perseverem e não olhem para trás, segurem na mão de "DEUS" e vai......

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